Sistema defensivo do Palmeiras brilha e rende ao Grêmio seu pior jogo no Brasileirão

O Palmeiras venceu o Grêmio pelo placar de 2 a 0 no Pacaembu e manteve a liderança do Campeonato Brasileiro. Balançar as redes é tão fundamental para conquistar uma vitória quanto impedir que o adversário cause perigo ao seu gol e o Palmeiras seguiu a cartilha para, mesmo com menos posse de bola do que o adversário, tornar o Grêmio inofensivo. O sistema defensivo alviverde fez Renato Gaúcho assistir a pior apresentação ofensiva de seu time dentre as 29 rodadas do Brasileirão.

O Grêmio entrou em campo com média superior a 11 finalizações por jogo durante a competição, mas deixou o gramado com apenas três conclusões de jogada. Detalhe: nenhuma delas foi na direção do gol, ou seja, todas para fora. Fernando Prass teve de encostar na bola apenas em cruzamentos na grande área. Já o time de Felipão, que também carregava algo em torno de 10 finalizações por jogo, concluiu sete jogadas, sendo cinco delas na direção de Paulo Victor, com duas balançando as redes.

O próximo desafio de Luiz Felipe Scolari e sua equipe é contra o Ceará, também no Pacaembu, no próximo final de semana. O Grêmio, no sábado, encara o América-MG no Estádio Independência.

 

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Números comprovam importância ofensiva e defensiva de Lucas Lima no Palmeiras

Lucas Lima
Lucas Lima foi um dos destaques da equipe no Choque-Rei (Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)

O meio-campista Lucas Lima caiu de vez no gosto do torcedor palmeirense no segundo semestre. É claro que ter balançado as redes cinco vezes só nesse período, sendo duas vezes na vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo no Allianz Parque e um em clássico diante do Santos, ajudou muito o atleta. Mas sua importância dentro de campo tem ido além do grito de gol. Tanto na criação quanto na marcação, Lucas Lima tem sido um dos destaques quando está em campo.

JOGADOR QUE MAIS DESARMOU NO CHOQUE-REI

No clássico com o São Paulo, no Morumbi, Lucas Lima não deu assistência para nenhum dos dois gols da vitória, mas foi importante para o sistema defensivo da equipe passar mais 90 minutos sem ser vazado. Dentre todos os jogadores em campo, o meio-campista alviverde foi aquele que mais desarmou, com seis tentativas corretas. Os zagueiros Luan e Gustavo Gómez, além do volante Felipe Melo, dividiram a segunda posição em desarmes com três, metade do trabalho apresentado por Lucas Lima.

ENTRE OS PALMEIRENSES, LUCAS LIMA TEM O MELHOR APROVEITAMENTO EM DESARMES NO BRASILEIRÃO

Lucas Lima é o sétimo jogador em números totais de tentativas de desarme dentro da equipe do Palmeiras no Brasileirão, porém ele é o que tem melhor aproveitamento entre os 10 primeiros da lista, ou seja, o que mais acerta entre os que mais trabalham o fundamento nas partidas.

De acordo com os números do Footstats, Lucas Lima acumula 34 tentativas de desarme, obtendo sucesso em 31 delas, resultando em 91.2% de aproveitamento. O melhor aproveitamento atrás do meia é do zagueiro Gustavo Gómez, que soma 86,4% com 22 tentativas de desarme e 19 acertos.

NO PALMEIRAS, NINGUÉM DÁ MAIS ASSISTÊNCIAS PARA FINALIZAÇÃO DO QUE LUCAS LIMA

O meio-campista é o líder da equipe quando o assunto é deixar jogadores alviverdes em condições de balançar as redes. Embora os passes tenham resultado em gol apenas duas vezes no Brasileirão, Lucas Lima já acumula 39 assistências para finalização em 25 jogos disputados pelo Campeonato Brasileiro. O atacante Dudu é o segundo no quesito, com 33 passes, porém quem os recebeu aproveitou melhor, já que ele é o jogador que mais deu passes para gol no Brasileirão, com nove assistências em jogadas que resultaram em gol.

CRIAÇÃO E MARCAÇÃO TORNAM LUCAS LIMA IMPORTANTE ARMA DE FELIPÃO

O desempenho do atleta no segundo semestre é confirmado pelos bons números apresentados na matéria. Justamente por conta dessa alta performance em dois importantes quesitos para um meio-campista moderno completo, Lucas Lima é uma das armas de Luiz Felipe Scolari para confrontos que merecem um meio-campo protegido, porém com qualidade individual suficiente para acelerar uma jogada com um passe. A aplicação de Lucas Lima trouxe o torcedor palmeirense para o seu lado, seja numa roubada de bola ou num bom passe para finalização.

*Todos os números apresentados aqui estão no Footstats

No Choque-Rei, Deyverson cria, finaliza e é cada vez mais peça-chave para Felipão

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Deyverson rouba a cena no Morumbi e é destaque no Choque-Rei (Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)

Deyverson é o jogador do Palmeiras que mais errou passes no Choque-Rei. Foram 12, o dobro do atacante Dudu, segundo atleta com mais tentativas equivocadas. O mesmo número de passes errados, aliás, foi também de passes certos. Apenas o nono passe entre os 13 atletas em campo. Jogador que mais perdeu a posse da bola na partida, porém também um dos mais procurados pelo time. Atuação ruim? De jeito nenhum.

Os números interpretados friamente mascaram aquilo que os objetivos atribuídos a ele e cumpridos em grande parte do jogo: buscar a bola no alto, já no campo de ataque, para que um companheiro receba a segunda bola próximo da grande área rival. Isso, claro, quando não sofre a falta e permite que o time inicie a construção da jogada com a bola parada na intermediária ofensiva. Só no Choque-Rei foram 5 faltas sofridas, o maior número do confronto ao lado de Dudu.

Quando conseguiu finalizar, Deyverson fez o que se espera de um centroavante e foi decisivo. Foram três tentativas, sendo que duas deleas influenciaram diretamente no placar da partida. Na primeira, o atacante só não balançou as redes por conta de uma defesa com as mãos do goleiro Sidão fora da área. Na segunda, Deyverson conseguiu o escanteio que gerou o lance do gol para a abertura do placar. Na terceira, cabeçada certeira para fechar a conta no Morumbi.

No vídeo que produzi em câmera aberta, você poderá visualizar exemplos do posicionamento de Deyverson e sua importância nas saídas de bola do Palmeiras, além das decisivas finalizações do jogador durante o jogo para entender a relevância do jogador na quebra do tabu de 16 anos sem vitória alviverde no Morumbi. Confira!

Palmeiras alcança semifinal da Libertadores muito diferente de como jogou a 1ª fase do torneio

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Felipão é o sucessor de Roger Machado no Palmeiras (Fotos: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)

O Palmeiras conseguiu quebrar um tabu que já durava 17 anos e conquistou uma vaga na semifinal da Copa Libertadores da América após bater o Colo Colo por 2 a 0, na última quarta-feira, no Allianz Parque. O curioso é que a equipe alcança essa fase do torneio jogando no mata-mata, sob o comando de Felipão, um futebol muito diferente daquele apresentado na primeira fase, sob a chefia de Roger Machado.

  • COM FELIPÃO, PALMEIRAS FICA MENOS COM A BOLA

Com Roger Machado no comando, o Palmeiras quase sempre mantinha a posse da bola por mais tempo do que o adversário. Das seis partidas disputadas na primeira fase, apenas uma, diante do Boca Juniors, terminou com a equipe alviverde tendo números de posse pouco inferiores aos do adversário. Na vitória palmeirense conquistada na Argentina por 2 a 0, o Boca Juniors obteve 52% da posse de bola. A média de posse do time de Roger Machado na fase é de 55%.

Os números são muito diferentes no mata-mata, já com o estilo Felipão implantado. Nos quatro jogos, diante de Cerro Porteño e Colo Colo, o Palmeiras deixou o campo com menos posse de bola do que o adversário durante os 90 minutos. A média desaba para 39%, impulsionada pelo duelo da volta das oitavas de final, quando Felipe Melo é expulso com três minutos de jogo. Deixando essa partida de fora da conta, a média sobe para 43%, ou seja, 12% a menos de posse de bola média em comparação com a primeira fase.

  • MENOS TEMPO COM A BOLA SIGNIFICA MENOS PASSES TROCADOS

Roger Machado sempre gostou de equipes com paciência para achar espaços nas linhas adversárias, contando sempre com a impaciência do rival que apenas observa seu time trocando passes, mesmo que longe do gol. Por outro lado, Felipão já mostrou o quanto gosta de um time cujo objetivo é chegar o mais rápido possível próximo do gol para concluir uma jogada. O resultado desses pensamentos diferentes aparece claramente nos números de passes trocados.

Na primeira fase, Roger Machado viu seu time trocar até 496 passes em uma partida só, no Allianz Parque, em vitória por 2 a 0 sobre o Alianza Lima. A média de sua equipe na Libertadores foi de 408 passes trocados por jogo. Quando o assunto é mata-mata, os números são muito menores. A vitória sobre o Cerro Porteño por 2 a 0 no Paraguai se encerrou com 322 passes trocados pelo Palmeiras, sendo a ocasião na qual o time melhor desempenhou o fundamento entre os quatro jogos sob seu comando. A média no mata-mata é de 240 passes certos. Tirando o duelo em que Felipe Melo foi expulso logo no começo, a média sobe para 286, ainda bem menor do que a equipe treinada por Roger Machado.

  • MÉDIA DE FINALIZAÇÕES CAI. LETALIDADE NEM TANTO

A média de finalizações do Palmeiras na primeira fase da Libertadores é de impressionantes 14 conclusões por jogo, sendo cinco em direção ao gol. No mata-mata, esse número cai quase pela metade, com 8 finalizações por partida. Caso o leitor queira excluir o duelo em que o Palmeiras ficou com um jogador a menos logo no começo da partida, contra o Cerro Porteño, a média sobe apenas para 9 finalizações por jogo.

Entretanto, a letalidade não caiu pela metade. Sob o comando de Roger Machado, o Palmeiras acumulou a média de 2,3 gols por partida, enquanto com Felipão a equipe finaliza pouco mais da metade, mas carrega a média de 1,5 gol por jogo. Além disso, o sistema defensivo sofreu apenas um gol nos quatro jogos, enquanto na primeira fase sofreu três em seis confrontos.

  • CONCLUSÃO

O Palmeiras de Felipão carrega consigo uma característica mais vertical, como gostam de dizer os estudiosos. Isso significa que você não vai ver a equipe trocar muitos passes na defesa tentando chamar o adversário para buscar espaços na marcação, como se comportava a equipe de Roger Machado. Sob novo comando, o time investe na ideia de empurrar o adversário para seu campo de defesa o mais rápido possível e trocar o mínimo de passes para achar boas condições de concluir uma jogada ofensiva. Por isso os números de posse de bola e passes trocados são inferiores, mas não necessariamente tornam a equipe inferior. Tanto é assim que, embora tenha menos a bola e finalize em menor quantidade, a equipe segue letal e melhorou seu aproveitamento nas conclusões de jogadas.

Como vimos, o Palmeiras de Felipão é diferente do Palmeiras de Roger Machado, muito embora ambos tenham obtido sucesso na competição. O melhor time da primeira fase carregou uma marca, enquanto o semifinalista já joga em outro estilo. A mensagem do elenco montado pela diretoria alviverde é de que tem força suficiente para se adaptar e ser perigoso de acordo com a estratégia desejada, independente do estilo do comandante.

 

 

 

 

Palmeiras desembolsa 1,5m de Euros em acordo de Scarpa com o Fluminense

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O técnico Felipão e os jogadores Gustavo Scarpa e Artur (D/E) da SE Palmeiras, durante treinamento, na Academia de Futebol. (Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras)

O Fluminense divulgou na noite dessa quarta-feira uma nota oficial anunciando um acordo com Gustavo Scarpa na justiça. De acordo com a nota do Tricolor, o Palmeiras teve participação no acordo. A informação apurada pelo Blog do Fragoso é de que a diretoria alviverde desembolsou 1,5m de euros ao Fluminense para que oficialmente não buscasse mais o passe do atleta.

Confira a nota oficial divulgada pelo Fluminense abaixo:

O Fluminense Football Club comunica que chegou a um acordo com o atleta Gustavo Scarpa e com a Sociedade Esportiva Palmeiras. O clube sempre buscou este caminho e deseja ao atleta sorte e sucesso no restante da carreira. Agradecemos ao atleta pelo profissionalismo, dedicação e conduta correta durante todo o período em que esteve conosco. 

 

Gustavo Scarpa cumpre prazo estipulado pelo Palmeiras, está em transição física e pode voltar em duas semanas

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No dia 12 de agosto, no confronto entre Palmeiras e Vasco da Gama, o meia Gustavo Scarpa sofreu um trauma que gerou lesão rara no futebol. No lance, ocorreu o desprendimento do tecido de gordura do coxim do calcâneo (calcanhar) e a formação de um tecido de sangue nesse vazio entre um tecido e outro. Foi preciso, portanto, esperar a absorção do hematoma que, pela evolução inicial, duraria entre quatro e seis semanas. Como previu o Núcleo de Saúde e Perfomance, essa absorção aconteceu em seis semanas e mais alguns dias. Todo processo documentado por exame de imagem.

A transição física já foi iniciada no final de semana passado e teve sequência nessa terça-feira. Esse processo exige um cuidado maior do que o habitual para que não haja involução na recuperação do atleta, já que Scarpa passou grande parte de sua recuperação vestindo bota ortopédica, o que naturalmente gera atrofia na musculatura. Dessa forma, os profissionais do NSP alviverde avaliarão diariamente as respostas do tratamento para entender quando ele poderá voltar a atuar. A expectativa é de que o atleta esteja pronto para atuar em duas semanas.

TREINAMENTO NO GRAMADO
Gustavo Scarpa será liberado pelo Núcleo de Saúde e Performance para treinar normalmente no gramado da Academia de Futebol assim que apresentar evolução suficiente para vestir chuteiras. Nesse momento, seu processo de transição física acontece em grande parte no Centro de Excelência da Academia de Futebol, trabalhando de tênis em toda a estrutura disponibilizada pelo local. Nessa terça-feira, Scarpa apareceu para realizar uma atividade de tênis no gramado, porém os jornalistas não puderam acompanhá-la.

Palmeiras assumiu a liderança do Brasileirão porque Dudu fez a diferença contra o Cruzeiro

Nem sempre é possível jogar bem, mas é possível ter uma mínima regularidade que habitualmente se justifica em bons números. Diante do Cruzeiro, o Palmeiras assumiu a liderança em vitória por 3 a 1 dentro do Pacaembu muito por conta da atuação de um dos mais importantes jogadores do elenco de Felipão: Dudu. 

DUDU
Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Dudu deixou o campo com o Palmeiras em vantagem no placar após duas assistências suas, marca de quem é o maior assistente do Brasileirão. O atacante participou de 21 jogos e já deixou companheiros em condições de marcar 32 vezes, sendo que em oito delas a rede foi balançada. O importante detalhe está na tabela dos 10 melhores assistentes do campeonato: Dudu é o líder mesmo tendo atuado em mais jogos do que apenas quatro jogadores que estão entre os que mais serviram companheiros para gol.

A relevância de seu bom futebol envolve costumeiramente a audácia do drible em direção ao gol, fazendo com que a defesa tenha que se desconstruir para compensar o marcador que Dudu deixou para trás e, assim, deixar espaços que o camisa 7 aproveita para achar companheiros. EM CÂMERA ABERTA, produzi um vídeo mostrando alguns lances do atacante, seu jeito de jogar e sua importância para a equipe na vitória que deu a liderança do Brasileirão ao clube pela primeira vez em 2018. Confira!

Números: Footstats

 

 

 

Com vitória sobre o Cruzeiro, Palmeiras alcança 20 pontos em 24 disputados no 2º turno

Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

A diretoria do Palmeiras certamente está contente. O Palmeiras venceu a equipe do Cruzeiro por 3 a 1 no Pacaembu e alcançou 20 pontos dos 24 disputados até agora no 2º turno do Brasileirão, o que equivale a 83% de aproveitamento na 2ª metade da competição. Sob o comando de Felipão, além de todos os pontos do returno, o Palmeiras também somou sete dos nove disputados nas três últimas rodadas do turno.

Os bons números aliados ao triunfo contra o Cruzeiro, que eliminou a equipe da semifinal da Copa do Brasil na última quarta-feira, trazem confiança para a equipe enfrentar um tabu que já dura 16 anos no próximo compromisso pelo Brasileirão. O Palmeiras visita o São Paulo, no Morumbi, onde não vence desde 2002, quando bateu a equipe tricolor por 4 a 2.

Em oito jogos nesse turno, o Palmeiras balançou as redes 12 vezes. Embora a média não pareça tão alta, o sistema defensivo tem garantido os resultados. Foram apenas três gols sofridos nessas oito partidas. Vale lembrar que Luiz Felipe Scolari realizou todo seu trabalho no Brasileirão com uma equipe diferente da que disputou a Copa do Brasil e disputa a Libertadores, cuja formação, para muitos, é a titular.

 

 

Contra o Cruzeiro, Palmeiras pode entrar em campo com cinco pendurados para clássico com o São Paulo

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Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

O Palmeiras tem dois jogos decisivos na sequência do Brasileirão. Domingo, contra o Cruzeiro, na melhor das hipóteses uma vitória pode dar a liderança ao Palmeiras pela primeira vez na competição. Na pior das hipóteses, deixar a equipe a quatro pontos do primeiro colocado São Paulo, que é o próximo adversário pelo Campeonato Brasileiro. De acordo com o que Felipão tem sinalizado em suas escalações na competição, a expectativa é que o Palmeiras entre em campo com ao menos cinco pendurados para o Choque-Rei.

Marcos Rocha, Victor Luis, Mayke, Thiago Santos, Bruno Henrique, Lucas Lima e Willian acumulam dois cartões amarelos. Caso levem mais um contra o Cruzeiro, estarão suspensos contra o São Paulo. Partindo do revezamento que o técnico tem feito ao priorizar a parte física, a expectativa é de que Mayke, Victor Luis, Thiago Santos e Lucas Lima comecem a partida, já que não entraram em campo na quarta-feira. Willian e Marcos Rocha estiveram em campo nos mais de 90 minutos no Mineirão e a tendência é que a comissão técnica opte por coloca-los no banco de reservas, já pensando no duelo da quarta-feira, pela Libertadores, contra o Colo Colo.

O capitão Bruno Henrique jogou apenas o 1º tempo do confronto contra o Cruzeiro e sua escalação dependeria do tamanho do desgaste acumulado de sua sequência de jogos e viagens. O volante participou das quatro partidas realizadas nos últimos 15 dias. Ele jogou 84 minutos da primeira partida da semifinal contra o Cruzeiro, 61 minutos contra o Bahia em Salvador, o jogo inteiro diante do Colo Colo no Chile e todo o primeiro tempo contra o Cruzeiro em Belo Horizonte.

Na manhã dessa sexta-feira, na reapresentação do elenco após a eliminação para o Cruzeiro na Copa do Brasil, apenas o aquecimento foi liberado para os jornalistas e, portanto, nenhuma possibilidade de escalação foi apresentada pelo técnico palmeirense. O elenco alviverde tem 50 pontos no Brasileirão e é o segundo colocado da competição. O jogo contra o Cruzeiro acontece nesse domingo, às 11hrs, no Pacaembu, pela 27ª rodada do campeonato.